quarta-feira, 4 de abril de 2012

Que venha a revanche!

Tentemos concentrar-nos na partida contra o Benfica e comentemos depois a semi-final que nos aguarda. Stamford Bridge não completamente lotado, mas todos que lá estavam, tinham só um desejo: a vitória, para que classificássemos para a próxima fase. Ela viria, com muito esforço. Mas, também, como muito desperdício de nossos atacantes. Drogba, isentava-se deste feito. Talvez preservado, talvez despreparado. Fato é que o marfinense ficara de fora.

Comemora, a revanche está aí!
Um jogo que tinha de tudo para ser o mais disputado possível. Era, de um lado, um Benfica que tinha apenas um atacante, mas não poderia deixar de ser ofensivo. Do outro, o Chelsea, com a vantagem do placar e a velocidade dos contra-ataques. Os portugueses eram muito melhores durante o início do jogo, embora não concluíssem bem. Batiam muito, para parar as rápidas saídas de Ramires e Fernando Torres, bem, novamente. O jogo era difícil.

Era preciso muita calma para que saíssemos vencedores de campo. A equipe tocava a bola, quando tinha a posse da mesma. Só que os visitantes estavam mais atentos e mais ofensivos. Aos poucos, isso ia mudando e, passada a pressão inicial, os Blues voltavam para o jogo. Alguns ataques apareciam e a perspectiva da partida se alterava. David Luiz era muito seguro, juntamente com Terry. Na nossa defesa, só uma coisa passava; o tempo. 

Terry evitava os gols adversários.
Só que em um destes contra-ataques, Ashley Cole seria derrubado dentro da área. Quem viria para a batida? Frank Lampard, ou Super Frankie, convertia mais um para a sua coleção e abria o placar de Londres. A pressão do Benfica aumentaria ainda mais, fazendo com que os Cech e sua defesa trabalhassem muito. Eles estavam preparados e duramente empenhados, buscando a vaga nas semis. Nada poderia desmanchar esta determinação.

Em mais um contra golpe, Maximiliano Pereira faria uma falta boba, no meio do gramado, levando o segundo cartão amarelo. A torcida Blue já dava a classificação como certa. Ainda faltava tempo. Só metade do jogo havia sido percorrida. Na volta do intervalo, todos esperavam mais ofensividade. Ela veio, claro. Mas faltava objetividade e qualidade na finalização. Muitos chutes, mas pouca eficiência. Era assim o segundo tempo do Chelsea.

Você já viu ele perder da marca da cal?
O time lusitano então crescia. Kalou perdia chances claras. Debaixo da trave, quem também desperdiçava era Ramires. Até mesmo Juan Mata estava incluído nesta lista. Para desespero ou agonia da torcida, Javi García empataria a partida, à 5 minutos de seu fim. Viria uma tragédia, diante de um jogo tão dominado e controlado? Acho que não. A proposta de Di Matteo seria seguida à risca; a classificação já estava encaminhada. Faltava pouco.

Os acréscimos indicavam 4 minutos. Na metade deles, o esforçado Benfica cobrava falta. Mikel afastava de cabeça. Meireles brigou pela bola, deu um lindo chapéu, no meio campo e partiu em velocidade. Pouco antes de entrar na área, ele encheu o pé. Com curva, ela estufou as redes de Artur, no ângulo. Sacramentava ali a vitória do Chelsea e a classificação para a próxima fase. Vinha, então, uma reedição da polêmica semi-final de 2009.

O Chelsea atuou com: Cech; Ivanovic, D. Luiz, Terry Cahill (60') e Cole. Ramires, Lampard e Mikel. Kalou e Mata Meireles (79'). Fernando Torres Drogba (88').
  - Ivanovic, Ramires e Mikel.
  Lampard e Meireles

O Benfica jogou assim: Artur, Emerson, M. Pereira, Capdevila e García. B. César Rodrigo (72'), Aimar, Gaitán Djaló (61'), Matic e Witsel. Cardozo Oliveira (57').
  - Maximiliano, Bruno César, Aimar e Cardozo.
  - Maximiliano.
  Javi García

Que agora venha a reedição da polêmica e ridícula semi-final de 2009. Cech, Lampard, Cole, Drogba entre outros, estavam lá; é hora de nos vingarmos, do time do apito. GO BLUES!


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