![]() |
| Drogba ficou preso na marcação. |
O jogo começava fechado e truncado e o Chelsea mostrava, mais uma vez, ineficiência em seus ataques, que se concentravam pela direita. Daniel Sturridge cruzava e a zaga do Wigan sempre afastava, antes da chegada do marfinense Drogba. Eram raros os momentos em que uma das equipes conseguia chegar com perigo. Curiosamente, a força mais presente no ataque dos Blues, no primeiro tempo, fora o zagueiro John Terry.
Veio o segundo tempo e com ele uma alteração na equipe visitante. André tirava Romeu, que vinha crescendo nos últimos jogos, para a entrada de Kalou, como sempre apagado. O Chelsea chegaria ao gol aos 59’, quando Ashley Cole fizera ótimo lançamento para Sturridge, que dominou e bateu cruzado, balançando as redes do Wigan.
Se a lógica seria manter o time à frente, para então chegar ao segundo gol, Villas-Boas mostrou justamente o contrário. Tirou Mata para a entrada de Mikel e, posteriormente, Sturridge, para a entrada de Malouda. Só o Wigan chegava e o Chelsea tentava se defender. Em um vacilo de Ivanovic, o gol quase saira.
E se André Villas-Boas recuou muito o time, quem agradeceu foi o Wigan, que, aos 88’, marcou com Gómez, empatando o jogo e aumentando a diferença do agora quarto colocado Chelsea, para os líderes, United e City.
O Wigan entrou em campo com o 3-4-3, na seguinte formação: Al Habsi, Alcaraz, Caldwell, Figueroa; Stam, McCarthy, Diame, Jones (Rodallega 72); Goméz, Sammon (Di Santo 73), Moses.
Goméz -
Chelsea usou o 4-3-3 com os seguintes jogadores: Cech; Bosingwa, Ivanovic, Terry, Cole; Meireles, Romeu (Kalou 46’), Lampard; Sturridge (Malouda 79), Drogba, Mata (Mikel 65).
Sturridge -
O Chelsea, na próxima rodada, visita o Tottenham em um dos clássicos londrinos. E o Wigan receberá o Liverpool.
Texto de Pedro Henrique










Nenhum comentário:
Postar um comentário